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STF promove diálogos sobre justiça climática e saúde

Evento busca engajamento social e reflexão sobre o papel do Judiciário frente aos desafios ambientais.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) sediará, na próxima semana, o evento “Diálogos com a Sociedade: Justiça Climática e Sustentabilidade”. A iniciativa, que ocorrerá na segunda (15) e terça-feira (16) de junho de 2026, tem como propósito estabelecer um espaço para o diálogo, a escuta ativa e a conscientização a respeito de temas cruciais que envolvem a agenda ambiental contemporânea. A ação surge em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, e visa aprofundar a discussão sobre a atuação do Poder Judiciário diante da emergência climática.

No dia 15 de junho, o STF realizará uma edição especial do “STF Escuta”, intitulada “Vozes pelo Meio Ambiente”. Esta atividade será focada na coleta de percepções da sociedade civil sobre os impactos sociais, ambientais e humanos decorrentes das mudanças climáticas. O encontro é aberto à participação de especialistas, entidades da sociedade civil e representantes de instituições que atuam com a temática ambiental, e será transmitido via plataforma Zoom, facilitando o acesso e a participação remota.

O objetivo principal do “STF Escuta” é fomentar a aproximação entre o Sistema de Justiça e os diversos atores sociais envolvidos nas demandas relacionadas à crise climática. As informações e contribuições levantadas durante o evento serão compiladas em um relatório técnico consolidado, que apresentará diagnósticos, propostas e soluções discutidas. Esta iniciativa demonstra a busca do STF por subsídios que possam orientar futuras decisões e políticas ligadas ao meio ambiente.

Seminário sobre o papel do judiciário

No dia seguinte, terça-feira, 16 de junho de 2026, o STF dará continuidade à programação com o seminário “Justiça Climática: Princípios, Desafios e Perspectivas para a Atuação do Poder Judiciário”. O evento ocorrerá das 14h às 17h30, e as inscrições para participação estarão abertas até as 17h da sexta-feira, 12 de junho de 2026.

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Este seminário é uma colaboração com o Observatório do Meio Ambiente do Poder Judiciário, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A expectativa é que o encontro promova uma reflexão aprofundada sobre a responsabilidade do Judiciário frente aos desafios impostos pelas alterações climáticas. Serão debatidas formas de atuação que possam gerar efeitos concretos na proteção de direitos fundamentais e na implementação efetiva de decisões judiciais.

O seminário contará com a presença de diversos convidados, incluindo ministros e outros magistrados, acadêmicos, pesquisadores, lideranças indígenas e especialistas na área. A abertura será conduzida pelo ministro Edson Fachin, presidente do STF e do CNJ, e pelo ministro Herman Benjamin, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A programação inclui dois painéis temáticos: “Justiça climática: fundamentos constitucionais e impactos ambientais concretos” e “Justiça climática, territórios e implementação das decisões”.

Exposições imersivas em prol da conscientização

Paralelamente aos debates, o público que visitar as instalações do STF terá a oportunidade de conferir as exposições imersivas “Amazônia Viva” e “Amazônia pra Sempre”. As mostras visam provocar a reflexão sobre a relevância da preservação da Amazônia e de outros biomas globais. Com o uso de imagens em 360 graus e relatos de lideranças indígenas, as exposições apresentarão a riqueza da Floresta Nacional do Tapajós, bem como os impactos do desmatamento e das mudanças climáticas.

As exposições estarão disponíveis no Hall dos Bustos de 15 a 18 de junho e de 24 a 26 de junho, além do dia 1º de julho, data de encerramento, com horário de funcionamento das 13h30 às 18h30. Nos demais dias, as mostras serão apresentadas em frente ao restaurante do STF, das 11h30 às 17h30. As informações foram publicadas originalmente pelo portal STJ.

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Para escritórios de advocacia que atuam em áreas como direito ambiental e sustentabilidade, acompanhar as discussões e as proposições do STF nestes eventos é fundamental. Ferramentas que auxiliam na gestão do conhecimento jurídico e na pesquisa de precedentes relacionados a temas ambientais podem ser decisivas para a atuação estratégica. Plataformas de inteligência artificial jurídica, como a Redizz, são exemplos de como a tecnologia pode otimizar o trabalho e garantir o acesso rápido a informações relevantes.

Com informações publicadas originalmente no site stj.jus.br.

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