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Acesso ao processo eletrônico do STJ terá nova segurança

Mudança para o múltiplo fator de autenticação (MFA) começa na próxima segunda-feira, dia 6 de abril de 2026, visando maior proteção dos dados.
Crédito: Max Rocha/STJ

A partir da próxima segunda-feira, dia 6 de abril de 2026, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) implementará uma importante alteração no sistema de acesso à Central do Processo Eletrônico (CPE). Será adotado o Múltiplo Fator de Autenticação (MFA) como medida de segurança, com o objetivo de fortalecer a proteção dos dados e informações processuais.

A iniciativa, que alinha o STJ às práticas de outros tribunais brasileiros, visa aprimorar a robustez do sistema contra acessos não autorizados. Advogados, procuradores, servidores e demais usuários da CPE precisarão se adaptar aos novos procedimentos para garantir a continuidade de suas atividades.

Como funcionará o novo sistema de autenticação?

Com a introdução do MFA, os usuários que acessarem o sistema utilizando seu login e senha cadastrados – ou ainda por certificado digital ou via conta Gov.br – passarão por um processo de verificação adicional. O procedimento inclui:

  • Recebimento de um código de verificação por e-mail, enviado para o endereço eletrônico cadastrado na Central do Processo Eletrônico.
  • A inserção deste código na tela de autenticação da CPE para prosseguir com o acesso.
  • Após a inserção do código, o sistema exibirá um QR Code, que deverá ser escaneado com um dispositivo móvel utilizando um aplicativo autenticador.

Essa nova etapa garante que, mesmo que as credenciais primárias sejam comprometidas, o acesso ao sistema permaneça seguro.

Impacto para os profissionais do direito e a eficiência processual

A mudança, embora necessária para a segurança, exige atenção dos profissionais do direito, que precisarão se familiarizar com o novo protocolo. A eficiência na gestão dos processos, que já é um desafio constante, torna-se ainda mais dependente da prontidão na adaptação às inovações tecnológicas do Judiciário. Ferramentas de IA jurídica, como a Redizz, têm facilitado a rotina de escritórios que buscam maior eficiência, auxiliando na gestão e automação de tarefas repetitivas, permitindo que os profissionais foquem na essencialidade jurídica.

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Acompanhar os processos de forma ágil e segura é crucial. Plataformas como a Tem Processo já oferecem soluções para esse tipo de desafio, otimizando o acompanhamento processual e a gestão de prazos, fatores essenciais para evitar contratempos devido a mudanças sistêmicas.

O STJ recomenda que todos os usuários verifiquem seus dados cadastrais, em especial o e-mail, para garantir que o código de verificação seja recebido sem problemas. A transição para o Múltiplo Fator de Autenticação é um passo importante na modernização e proteção dos sistemas judiciais, refletindo um compromisso crescente com a segurança digital e a integridade das informações.

Com informações publicadas originalmente no site res.stj.jus.br.

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