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STF: Zanin acompanha Gilmar em questão de justiça gratuita

Ministros do Supremo Tribunal Federal votam pela concessão de justiça gratuita para pessoas com renda mensal de até R$ 5.000,00.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em uma decisão de grande impacto para o acesso à justiça no Brasil, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira, 4 de abril de 2026, por acompanhar o entendimento do ministro Gilmar Mendes, que defende a concessão de justiça gratuita para indivíduos com renda mensal de até R$ 5.000,00.

A deliberação, que ainda aguarda a finalização do julgamento, representa um avanço significativo para milhões de brasileiros que, embora não se enquadrem nos critérios tradicionais de pobreza extrema, enfrentam dificuldades para arcar com os custos de um processo judicial. A medida busca ampliar a capacidade de acesso ao sistema judiciário, garantindo que a renda não seja um impedimento para a busca de direitos.

A discussão sobre a justiça gratuita e os limites de renda para sua concessão tem sido pauta frequente nos tribunais superiores. A interpretação de Gilmar Mendes, agora endossada por Zanin, considera que a presunção de pobreza para fins de gratuidade da justiça deve ser expandida, refletindo a realidade socioeconômica do país e o conceito de vulnerabilidade financeira.

A proposta visa desburocratizar o acesso à justiça, evitando que cidadãos em uma faixa de renda intermediária sejam penalizados pela ausência de critérios mais flexíveis. A decisão, se confirmada, pode gerar um precedente importante para a aplicação do benefício em instâncias inferiores e em todo o território nacional.

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Acompanhar os desdobramentos dessa votação é crucial para profissionais do direito e para a sociedade em geral, pois a amplitude da justiça gratuita impacta diretamente a capacidade dos cidadãos de defenderem seus interesses perante o Poder Judiciário.

Com informações publicadas originalmente no site conjur.com.br.

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